
faça parte do movimento:
Durante muito tempo, nunca foi necessário dizer Human Intelligence.
Bastava dizer inteligência. Foi somente quando passamos a chamar tecnologias de "inteligentes" que surgiu a necessidade de nomear aquilo que sempre esteve, e continua estando, na origem de todas elas. Não para estabelecer uma disputa com a Inteligência Artificial, porque I.A. é uma tecnologia, não uma inteligência.
Human Intelligence é a origem e o propósito. É ela que imagina antes de criar, atribui significado antes de executar, define critérios e propósitos antes de decidir e escolhe os futuros que toda tecnologia ajudará a construir.
Este é um manifesto sobre a inteligência que torna todas as outras possíveis.
Quando um ser humano viu um pássaro voando,
poderia ter aceitado que o céu não era o seu lugar.
Que não tinha asas.
Que não havia sido feito para voar.
Mas não aceitou.
Olhou para aquilo que não podia fazer
e imaginou como poderia.
Antes do avião, houve a impossibilidade.
Da mesma forma, antes da cura, veio a doença sem resposta.
Antes de cada direito conquistado,
houve uma injustiça considerada normal.
Antes de cada futuro, alguém disposto a acreditar em algo que ainda não existia.
Essa é a inteligência humana.
Mas ela não é uma capacidade.
Nem a soma de todas elas.
Ela é algo que nunca termina de ser definido.
Porque tudo aquilo que é definido se torna delimitado.
E o humano não termina na sua definição.
O que é humano não está completamente escrito.
E justamente por não estar escrito,
ele pode ainda escrever.
Pode imaginar o que não existe.
Desejar o que nunca viu.
Tornar-se aquilo que ainda não é.
Importar-se com o outro.
Mudar de ideia.
Mudar de vida.
Mudar o mundo.
A definição é um limite.
A indefinição nesse caso é liberdade.
Foi assim que chegamos até aqui.
Não porque soubemos aceitar o mundo como ele era, mas porque nunca aceitamos que aquilo que existe seja o limite daquilo que pode existir.
E o primeiro mundo que nos recusamos a aceitar como pronto somos nós mesmos.
ISSO é...




