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novas possibilidades

COMUNICAÇÃO

criar significados, inspiração e afinidades é a essência na conexão entre marcas e  pessoas. 
 

O sócio-fundador da Figtree, Ricardo Figueira, criou uma cultura de trabalho que vem deixando um legado de transformação em empresas ao redor do mundo. Conheça alguns cases:

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A COEXISTÊNCIA ENTRE MARCAS E PESSOAS.

O ser humano é social e, para coexistir em sociedade, ele precisa se comunicar. Uma empresa não é diferente, caso contrário ela não tem nenhuma relevância social. Tudo o que uma empresa fala e faz é mais do que comunicação de marca, é coexistir, ativa e reativamente.

Antigamente, os discursos de comunicação empresarial eram baseados em, como se diz em inglês, “reasons to believe”, ou seja, razões para as pessoas acreditarem numa empresa ao ouvi-la. Porém a banalização causada pela saturação de mensagens vazias, burocráticas e a própria fragmentação de atenção tornaram o desafio de uma marca ser de fato ouvida muito mais complexo. Não é à toa que as empresas pagam alto pelo aluguel da relevância das celebridades ou dos influencers pra serem ouvidas de alguma forma. 

Hoje, a forma mais eficiente de uma empresa se conectar com as pessoas é criando uma gestão estratégica dessa coexistência e tudo que ela envolve, principalmente as experiências e os sentimentos gerados em cada contato. O resultado é exponencialmente muito mais profundo em termos de conexões, podendo levar as pessoas a sentimentos muito mais intensos por uma marca, como o amor no caso de deleite ou o ódio no caso de frustração.

Esses sentimentos são construídos em diversas circunstâncias, que vão desde uma primeira impressão, passando por um conjunto de experiências práticas transmitidas por produtos, serviços e atendimento, até a exposição de um universo de valores, em que as narrativas explícitas ou implícitas permitem às pessoas se identificarem.

Esse universo de valores é um aspecto muito importante porque, além dos meios e da tecnologia terem mudado, as pessoas também mudaram, sobretudo a cultura delas.  Antigamente, vivíamos em um mundo de senso cultural comum onde todo mundo tinha as mesmas referências. Hoje em dia, por causa da fragmentação das fontes de atenção devido à diversidade de afiliações de valores, vivemos diversas culturas, muitas vezes até antagônicas na mesma sociedade. 

É difícil, mas fundamental, fazer escolhas para gerar relevância ou criar afinidade, queiram as empresas ou não, por isso vemos a importância na construção de uma arquitetura de relacionamentos consistente, que respeite as diferenças e as necessidades individuais. 

É claro que é essencial ter um propósito empresarial muito bem definido inspirando todos os outputs de uma empresa, mas, ao contrário de antigamente, em vez de forçar a sua comunicação com uma artilharia de mensagens baseadas em "reasons to believe" goela abaixo nas pessoas, temos que desenvolver uma agenda criativa com iniciativas que gerem motivações para as pessoas terem prazer e amarem a sua marca em todas as dimensões e dinâmicas, das coisas mais simples as mais estruturais, pois isso eleva muito o nível de lealdade na relação entre empresas e pessoas; além de construir uma conexão muito menos fragilizada por fatores puramente racionais ou temporais, como preço, por exemplo.

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